Defensoras, servidoras, estagiárias e terceirizadas da DPPR (Defensoria Pública do Paraná) estiveram reunidas hoje, dia 20 de setembro, para participarem do evento “Mulheres no ambiente de trabalho”. O encontro aconteceu na sede central da instituição, em Curitiba.

“Procuramos abordar mais uma área de ofensa aos direitos das mulheres: O ambiente de trabalho. Nosso objetivo foi alertar sobre os tipos de violências que podem acontecer no local de trabalho e a quem recorrer nesses casos”, explicou a Defensora Pública e coordenadora do Nudem (Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher), Eliana Lopes.

Estiveram no evento a Defensora Pública Auxiliar do Nudem, Patrícia Mendes, e as Defensoras Públicas Cinthia Azevedo e Mariana Amorim.

O evento foi realizado pelo Nudem, pela Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), pela Edepar (Escola da Defensoria Pública do Paraná) e pela Assedepar (Associação dos Servidores Públicos da Defensoria Pública do Paraná).

Na ocasião, a socióloga Cristiane Pires, que atua na coordenadoria de planejamento da DPPR, apresentou dados sobre o número de mulheres que fazem parte da instituição e quais cargos são ocupados por elas.

“Esse levantamento de dados que apresentei mostra que a Defensoria é majoritariamente composta por mulheres, mas que muitas vezes essa característica não é perceptível. Então, propus uma reflexão para que pudéssemos conhecer e entender o cenário em que estamos inseridas dentro da instituição”, pontuou Cristiane.

A socióloga Cristiane Pires

Durante o evento, as participantes tiveram a oportunidade de trocar experiências e também receberam uma cartilha impressa que traz informações sobre as diferentes situações de violação dos diretos das mulheres.

A psicóloga Marcela Ortolan, do setor de mediação da DPPR, também explicou as características do machismo dentro das instituições.

A psicóloga Marcela Ortolan,

“Eu falei hoje sobre o machismo invisível, que é um tipo de violência mais imperceptível pelas mulheres, mas que, recorrentemente, acontece. Dentro desse tema, abordei questões comportamentais dos homens em relação às mulheres, como, por exemplo, quando um homem interrompe a fala de uma mulher sem necessidade, não permitindo que ela conclua seu discurso”, ressaltou Marcela.

“Achei o evento bem interessante e importante para que possamos nos unir para combater a violência e discriminação sofrida pela mulher dentro do ambiente de trabalho”, contou a terceirizada da DPPR Marinez de Jesus.

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Participantes do I Encontro Estadual de Defensoras e Defensores Públicos da Execução Penal

Aconteceu hoje, dia 13 de setembro, o I Encontro Estadual de Defensoras e Defensores Públicos da Execução Penal. O evento reuniu, na sede central da Defensoria Pública do Paraná, em Curitiba, profissionais que atuam na área criminal para debater o assunto.

O encontro foi realizado através de uma parceria do Nupep (Núcleo de Política Criminal e Execução Penal) com a Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), a DPPR (Defensoria Pública do Paraná) e a Edepar (Escola da Defensoria Pública do Paraná).

Durante o evento, Defensoras e Defensores tiveram a oportunidade de compartilhar casos e de trocar ideias com o objetivo de contribuir para com o desenvolvimento da atuação da DPPR na área criminal.

A Defensora Pública do Paraná Renata Groetaers

“Um dos principais objetivos do encontro foi atingido com êxito, que era reunir profissionais da mesma área de atuação para uma conversa, um debate de ideias que pudesse colaborar para a atuação prática, o dia a dia, de cada um”, afirmou o Defensor Público e coordenador do Nupep, André Giamberardino.

André e Júlio César Salem, Defensor Público auxiliar do Nupep e também diretor da Adepar, ministraram uma palestra sobre o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo núcleo.

O coordenador do Nupep, André Giamberardino, e o Defensor Público auxiliar do Nupep, Júlio César Salem

Quem também falou aos presentes foi a consultora em audiência de custódia do programa Justiça Presente, iniciativa da ONU (Organização das Nações Unidas) e do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Laís Groski. 

“A ideia do Justiça Presente é apresentar soluções de enfrentamento para o estado de crise do sistema penal atualmente, por isso, queremos estabelecer um diálogo com diversas instituições. Desse modo, acredito que a Defensoria é um ator importante, inclusive, porque é uma instituição alinhada com os ideais do projeto”, pontuou Laís.

“Foi muito significativo ter esse espaço na Defensoria do Paraná para conversar com os Defensores e as Defensoras que atuam na área criminal. Esse evento foi uma grande ação para que possamos caminhar em direção a mudanças no sistema prisional brasileiro como um todo”, finalizou.

A consultora em audiência de custódia do programa Justiça Presente, Laís Groski

A presidente da Adepar, Lívia Brodbeck, e a diretora da Edepar, Flavia Palazzi, concordam.

“Todo espaço de debate é válido e importante. A nossa ideia em apoiar o evento foi para dar suporte ao diálogo entre as Defensoras e os Defensores da execução penal, oportunizando a troca de experiências e o compartilhamento de conhecimento para o desenvolvimento e aprimoramento do trabalho realizado pela instituição”, ressaltou Lívia.

“As Defensoras e os Defensores tiveram a oportunidade de se aprofundar na temática, principalmente, os novos Defensores, do III Concurso, que estão em formação continuada e muitos não tiveram contato com a execução penal. Então, é uma oportunidade de aprender mais sobre essa atuação na prática”, destacou Flavia.

Por falar em atuação, o ouvidor-geral externo da DPPR, Thiago Hoshino, também apresentou o trabalho institucional que vem sendo realizado pela ouvidoria.

“Foi uma primeira aproximação da ouvidoria com a área de execução penal, que é umas das mais prioritárias para a instituição. A iniciativa desse evento é fundamental pois existem especificidades na execução penal que precisam ser debatidas”, explicou Thiago.

“A ideia agora, a partir desse primeiro encontro, é fazer uma agenda de trabalho da ouvidoria junto com o Nupep para tratar de temas estratégicos para os dois setores”, concluiu. 

Marcaram presença no encontro também o diretor da Adepar Carlos Moreira Lima, as Defensoras Adriana Shinmi, Andreza Lima de Menezes, Anna Carolina Leão Duarte, Elisabete Arruda, Luana Neves Alves, Luiza Przybylski, Monia Serafim, Renata Groetaers, Terena Nery, Thatiane Barbieri e os Defensores Henrique Camargo Cardoso, Lucas de Castro Campos e Raphael Siqueira Neves. Além da participação das assistentes sociais da DPPR Gabriele Rezende Bahr e Tania Moreira e dos estagiários do Nupep Giulia Benatti, Gustavo Teixera, Felipe Gomes e Luis Renan Coletti.

Participantes do I Encontro Estadual de Defensoras e Defensores Públicos da Execução Penal

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Participantes do primeiro dia do seminário

Defensoras e Defensores Públicos do Paraná participaram, nos dias 11 e 12 de setembro, do I Seminário da Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR (Universidade Federal do Paraná). O evento aconteceu no Prédio Histórico da universidade, em Curitiba.

A realização do seminário foi possível graças a uma parceria entre a Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), a Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR, a DPPR (Defensoria Pública do Paraná), o Nupep (Núcleo de Política Criminal e Execução Penal) e a Edepar (Escola da Defensoria Pública do Paraná).

Como foi o primeiro dia do seminário

O primeiro dia do seminário ficou marcado por uma reunião organizada pelo Nupep, pelo Depen/PR (Departamento Penitenciário do Estado do Paraná) e pela Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR. O objetivo do encontro foi debater as principais demandas do sistema prisional brasileiro.

“Essa aproximação acadêmica e profissional estabelecida na reunião foi interessante para ambos os lados. Percebemos que é possível articular uma rede, inclusive com outras universidades, para fomentar o debate sobre a temática em questão e desenvolver ações que beneficiem o sistema prisional”, ressaltou o Defensor Público e coordenador do Nupep, André Giamberardino.

O Defensor Público e coordenador do Nupep, André Giamberardino

Na ocasião, a equipe do setor de educação e capacitação do Depen/PR fez uma apresentação para explicar sobre o processo de remição de pena nas penitenciárias do Estado através do estudo, da leitura e do trabalho.

“Acreditamos que a educação e o trabalho são as ferramentas fundamentais para a ressocialização do apenado. Nesse sentido, buscamos em nossa apresentação mostrar o que está sendo desenvolvido no Departamento Penitenciário e as principais necessidades que enfrentamos”, pontuou a chefe do setor de educação e capacitação do Depen/PR, Janaina Luz.

A chefe do setor de educação e capacitação do Depen/PR, Janaina Luz

Estiveram presentes na reunião o diretor da Adepar e Defensor Público auxiliar do Nupep, Júlio César Salem, o Defensor Público, a diretora da Edepar, Flavia Palazzi, as Defensoras Andreza Lima de Menezes, Anna Carolina Leão Duarte, Elisabete Arruda, Luiza Przybylski e Thatiane Barbieri, e os Defensores Henrique Camargo Cardoso e Lucas de Castro Campos.

Participaram também o diretor geral e o vice-diretor do Depen/PR, Francisco Alberto Caricati e Thorstein Ferraz. Além de representantes da UFPR, Universidade Positivo, UniCuritiba, UniDomBosco, Conselho da Comunidade e alunos.

O Defensor Público e coordenador do Nupep, André Giamberardino, o diretor geral do Depen/PR, Francisco Alberto Caricati, e o vice-diretor do Depen/PR Thorstein Ferraz

“Esse I Seminário foi um grande desafio. O nosso maior objetivo foi promover uma reflexão conjunta sobre o sistema prisional brasileiro, por isso, convidamos profissionais, professores, alunos, representantes de diversas entidades que atuam na área criminal para fazer parte do evento. A ideia também foi proporcionar um conhecimento para os alunos que vai além das salas de aula”, explicou o representante da Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR Luis Renan Coletti.

Como foi o segundo dia do seminário

No segundo dia do seminário, foram realizados painéis e apresentações sobre execução penal, sistema prisional e segurança pública no Brasil. O encontro reuniu Defensores Públicos, profissionais de diversas áreas, professores e alunos do curso de direito da UFPR.

Participantes do segundo dia de seminário

Ministraram os painéis o Defensor Público-Geral, Eduardo Abraão, o Defensor Público e coordenador do Nupep, André Giamberardino, o Defensor Público do Rio de Janeiro Rodrigo Estrada Roig, o juiz coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema Socioeducativo (DMF/CNJ – Conselho Nacional de Justiça), Luis Geraldo Lanfredi, o diretor geral do Depen/PR, Francisco Alberto Caricati, e o desembargador do TJ/PR (Tribunal de Justiça do Paraná) Ruy Muggiati.

“Esse evento trouxe pessoas extremamente importantes no cenário da execução penal do Brasil e fez com que o tema seja colocado em pauta, um assunto que por vezes é visto com tabus que precisam ser superados para a busca de um caminho melhor para a execução da pena”, destacou o Defensor Público-Geral, Eduardo Abraão.

“Achei o evento muito interessante e muito importante, principalmente, porque aconteceu dentro do espaço acadêmico, local propício para debates mais avançados e modernos e que podem, de alguma maneira, contribuir para a melhoria da situação penitenciária no Brasil”, complementou o Defensor Público do Rio de Janeiro Rodrigo Estrada Roig.

O juiz coordenador do DMF/CNJ, Luis Geraldo Lanfredi, o Defensor Público do Rio de Janeiro Rodrigo Estrada Roig, o Defensor Público-Geral, Eduardo Abraão, o desembargador do TJ/PR Ruy Muggiati e o diretor geral do Depen/PR, Francisco Alberto Caricati

As apresentações de trabalhos e pesquisas sobre a temática foram feitas pelos estudantes de direito da UFPR e mediadas pela professora da Universidade Federal do ABC (UFABC) Camila Caldeira Dias.

“O evento foi realmente enriquecedor, tivemos a fala de profissionais renomados que estão ligados à execução penal, além das apresentações dos alunos que foram surpreendentes. Acredito que as ideias propostas no seminário contribuirão para a atuação das Defensoras e dos Defensores da área criminal”, afirmou o diretor da Adepar e Defensor Público auxiliar do Nupep, Júlio César Salem.

Apresentações de trabalhos e pesquisas dos estudantes de direito da UFPR

Marcaram presença no evento também a diretora da Edepar, Flavia Palazzi, o chefe e gabinete da DPPR, Paulo Cinquetti Neto, as Defensoras Adriana Shinmi, Andreza Lima de Menezes, Anna Carolina Leão Duarte, Luiza Przybylski, Renata Groetaers, Terena Nery e os Defensores Henrique Camargo Cardoso e Lucas de Castro Campos.

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No dia 10 de setembro, celebra-se o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Instituída em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a data tem como objetivo prevenir o ato do suicídio através da adoção estratégias por governos de diferentes países. No Brasil, a celebração integra a campanha #SetembroAmarelo, que é realizada no país desde 2014 numa iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

Procure ajuda. Você não está sozinho(a).

#PraCegoVer
10 de setembro Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio
Laço amarelo
A gente se importa
Logomarca da Adepar
Logomarca da ANADEP

Na semana que vem, entre os dias 11 e 13 de setembro, acontecem em Curitiba dois eventos importantes: o I Encontro Estadual de Defensoras e Defensores Públicos de Execução Penal e o Seminário da Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR (Universidade Federal do Paraná).

Os eventos são uma promoção da Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), da Defensoria Pública do Paraná, da Edepar (Escola da Defensoria Pública do Paraná), do Nupep (Núcleo de Política Criminal e Execução Penal) e da Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR.

Sobre o I Encontro

O I Encontro Estadual de Defensoras e Defensores Públicos de Execução Penal ocorre, no dia 13 de setembro, no auditório da Sede Central de Atendimento da DPPR, em Curitiba.

O objetivo do encontro é promover o debate entre Defensoras e Defensores de execução penal sobre novas estratégias de atuação que possam vir a contribuir para com o trabalho desenvolvido na Defensoria Pública do Paraná na área criminal.

Sobre o Seminário

O Seminário da Clínica Jurídica de Acesso à Justiça e Educação nas Prisões da UFPR acontece nos dias 11 e 12 de setembro, no Salão Nobre da UFPR, em Curitiba.

O propósito do seminário é reunir profissionais que tenham interesse na área para discutir o futuro da execução penal e do sistema prisional brasileiro. Haverá ainda apresentação de pesquisas que envolvem o tema.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através do link: http://bit.ly/2lAJxHc.

Para mais informações, ligue: (41) 3219-7355.

Confira a programação completa!

A Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), em parceria com o Instituto de Direito Bacellar, oferece aos seus associados 10% de desconto na inscrição do curso “A nova LINDB e sua aplicação no Direito Público”. 

O workshop será ministrado, no dia 25 (18h30 às 22h30) e 26 (8h30 às 12h30) de outubro, pelo professor e mestre em Direito pela UFPR (Universidade Federal do Paraná) Luzardo Faria. O curso acontece na sede do Instituto, rua Saldanha Marinho, 1762, Bigorrilho – Curitiba/Paraná. 

As inscrições devem ser feitas através do link: http://bit.ly/2lwluZW. Serão disponibilizados certificados de participação.

A Adepar deseja muitas realizações e saúde para quem luta todos os dias por uma sociedade mais justa!

#Adepar #DefensoriaSim #Defensorando 

A Adepar (Associação dos Defensores Públicos do Paraná), o Nudem (Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher), a Edepar (Escola da Defensoria Pública do Paraná) e a Assedepar (Associação dos Servidores Públicos da Defensoria Pública do Paraná) vão promover o evento “Mulheres no ambiente de trabalho”.

O objetivo é reunir, para um café da manhã, Defensoras, servidoras, estagiárias e terceirizadas da DPPR (Defensoria Pública do Paraná) para um momento de troca de experiências e debate sobre machismo, violência e igualdade no local de trabalho. 

O evento acontece no dia 20 de setembro, às 9h, no auditório da sede de atendimento da DPPR, em Curitiba. A confirmação de presença deve ser feita através do e-mail nudem@defensoria.pr.def.br.

🏳‍🌈 No dia 29 de agosto é comemorado o Dia Nacional da Visibilidade Lésbica no Brasil. A data foi estabelecida pelo 1º Seminário Nacional de Lésbicas (SENALE), que aconteceu no Rio de Janeiro, em 1996.

🤝O objetivo do dia é promover a conscientização da população sobre o tema, buscando uma sociedade mais justa, igualitária e sem qualquer tipo de discriminação.

⚖ As defensoras e os defensores públicos atuam contra a violação de direitos das mulheres em decorrência de sua orientação sexual.

#PraCegoVer
Ilustração de seis mulheres segurando um cartaz com as cores do arco íris. No cartaz tem a frase: consideramos justa toda forma de amor. No rodapé da imagem tem a tirinha: 29 de agosto – Dia da visibilidade lésbica.

26 de agosto é o Dia Internacional da Igualdade Feminina. O dia, celebrado inicialmente nos EUA, representa mais um marco histórico das lutas das mulheres pelo sufrágio feminino, por direitos civis, por representatividade política e por igualdade. A data é uma importante oportunidade para sensibilizar as sociedades quanto à eliminação das desigualdades existentes entre homens e mulheres.

Para assistir ao vídeo do Dia Internacional da Igualdade Feminina, clique aqui!