Defensoras e Defensores Públicos não param: ação em Curitiba/PR

Com a ajuda das defensoras e dos defensores do Paraná, a ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) arrecadou doações para o projeto SOS Vila Torres, uma iniciativa da PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná) e do Colégio Medianeira para coletar alimentos e itens de higiene para a população carente durante a pandemia do coronavírus (COVID19).

“A arrecadação de itens é parte do esforço das defensoras e dos defensores para contribuir no auxílio à população vulnerável durante a pandemia do coronavírus. Agradecemos a todos que participaram e colaboraram com as doações”, ressaltou a presidenta da ADEPAR, Ana Caroline Teixeira.

Os mantimentos foram entregues na segunda-feira, dia 31 de março. Se você também ficou interessado em ajudar, pode doar. Anota as informações:

O ponto de coleta do SOS Vila Torres fica na Av. Comendador Franco, 1034, e funciona das 8h às 17h. É possível também entrar em contato com o presidente da Associação de Moradores da Vila Torres, (41) 99791-5811, para esclarecer dúvidas sobre o projeto e as principais necessidades no momento.

Para saber mais, acesse: www.colegiomedianeira.g12.br/sos-vila-torres/

O defensor público do Paraná Antonio Vitor Barbosa de Almeida

A ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) promoveu uma campanha de vacinação contra a gripe para os seus associados, associadas e dependentes. As vacinas foram aplicadas, na última segunda-feira, dia 30 de março, em Curitiba.

“A campanha de vacinação faz parte das ações que estão sendo desenvolvidas em prol das defensoras e dos defensores para evitar que as pessoas busquem serviços de saúde em virtude da gripe e se mantenham em casa, num esforço coletivo para evitar propagação do vírus”, explicou a presidenta da ADEPAR, Ana Caroline Teixeira.

A defensora pública do Paraná Thaísa Oliveira

A ADEPAR deseja muitas realizações e saúde para quem luta todos os dias por uma sociedade mais justa!

#ADEPAR #DefensoriaSim #Defensorando 

Durante a pandemia do coronavírus, o trabalho da Defensoria Pública nos Estados se torna cada vez mais essencial.

Para manter seus serviços funcionando, a instituição também alterou sua rotina, implementando o regime de plantão e o trabalho remoto para levar acesso à justiça para cidadãos durante a pandemia. Em meio aos decretos dos governos estaduais para contenção do Covid 19, a Defensoria Pública nos Estados agiu rapidamente anunciando medidas para os públicos interno e externo da Instituição.

A principal frente adotada são as recomendações dos núcleos para evitar o corte de serviços essenciais, como fornecimento de água e energia; aumento abusivo de produtos; regularização da frotas de ônibus; distribuição dos itens da merenda escolar a alunos da rede pública; suspensão do cumprimento de ordens de reintegração de posse e despejo; medidas de proteção à população em situação de rua, catadores de lixo, ambulantes e à população prisional, entre outras.

Há também outras demandas individuais, como pedidos de medicamento, internação, alimentos e alvará para sepultamento, por exemplo.

Acompanhe o site e redes sociais da ANADEP (Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos) e da ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) e fique por dentro do trabalho que está sendo desenvolvido. 

Facebook: @adepar.com.br
Instagram: adeparpr 

Site ANADEP: www.anadep.org.br
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#ANADEPemMovimento
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A diretoria da ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) continua atuante. As nossas atividades seguem durante o período de pandemia do coronavírus, sendo que estamos dando preferência para a forma on-line, a fim de reduzir a propagação do vírus.

No dia 24 de março, inclusive, houve uma reunião de diretoria que discutimos este e outros assuntos, que aconteceu via chamada de vídeo.  

Continuamos trabalhando em projetos e ações em prol das defensoras e dos defensores do Paraná. Além disso, estamos preocupados e buscando soluções para desafios que envolvam a população atendida pela DPE-PR (Defensoria Pública do Paraná).

Se você tiver dúvidas ou sugestões, entre em contato: 

E-mail: imprensaadepar@gmail.com
Whatsapp: (41) 9 9942-4648 
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Diante deste novo cenário imposto pelo Coronavírus (COVID-19), a ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos) organizou alguns conteúdos para o período da quarentena.

São cursos, eventos, aulas de exercícios físicos e tem até programação para as crianças. E o melhor: tudo on-line e gratuito.

A ideia é que neste momento, em que permanecer em casa se tornou imprescindível para um bem maior, seja possível se reorganizar e manter uma rotina de teletrabalho produtiva, mas sem abdicar dos momentos de lazer.

Confira em: www.adepar.com.br/dicas-e-conteudos/

Se você quiser indicar conteúdos para a nossa lista, escreva para imprensaadepar@gmail.com ou entre em contato via Whatsapp (41) 9-9942-4648.

A ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) enviou ontem, dia 18 de março, um ofício ao TJPR (Tribunal de Justiça do Paraná) solicitando a suspensão dos prazos processuais durante o período de pandemia do Coronavírus (COVID-19). Lembrando que as audiências já foram suspensas pelo TJPR.

O ofício destaca que, diante deste novo cenário que envolve necessidade de prevenção e cautela, a exigência de cumprimento de prazos não urgentes pode expor a população atendida aos riscos da doença. Isto porque há casos que ainda demandam atendimento presencial.

O COVID-19 é transmitido, principalmente, via contato físico entre pessoas. Por isso, é importante que se evite aglomerações.

A ADEPAR se preocupa com as pessoas atendidas pela Defensoria, já que muitas delas, por exemplo, dependem de transporte público e de locais de alimentação. O agravante ainda é que, com escolas fechando, há a possibilidade de que essas pessoas levem crianças junto ao atendimento.

“A preocupação é salutar na medida que a Defensoria Pública, instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, atende justamente a parcela mais vulnerável da população, em que a implicações à saúde são mais graves e que dependem exclusivamente do sistema único de saúde para atendimento, não possuem muitas vezes recursos para compra de medicamentos, não possuem condições sanitárias adequadas, não possuem habitação adequada para a “quarentena”, enfim, a aglomeração de pessoas na Defensoria Pública pode levar a propagação do vírus nas comunidades menos estruturadas, acelerando sua rápida propagação e, inclusive, gerando um colapso no sistema de saúde”, pontua o ofício.

A associação ressalta ainda que medidas excepcionais, como a suspensão dos prazos processuais, são para atender as necessidades do momento atual de cuidado e resguardo, em que se deve priorizar a saúde pública. Ademais, o Poder Judiciário, neste momento, deve focar suas atividades nas questões de direito à saúde e direito à vida, sobretudo na adoção de medidas de contenção de danos e desdobramentos deste novo vírus.

Por falar nisso, a DPE-PR também já vem adotando medidas de prevenção para combater o Coronavírus, como a ampliação da rotina de limpeza; a criação de uma campanha interna de conscientização e de noções de higiene; a digitalização de processos que tramitam por meios físicos; e a suspensão de viagens oficiais.

Para ler o ofício, clique aqui.

As professoras e a coordenadora do curso de psicologia da FAE Alexandra Rodrigues, Inaê Benchaya e Joyce Pescarolo, a presidente da ADEPAR, Ana Caroline Teixeira, a assistente social Mirna Carriel, a defensora pública do Paraná Patrícia Rodrigues Mendes, as psicólogas da DPE-PR Marcela de Oliveira Ortolan e Jéssica Paula da Silva Mendes e as professoras de psicologia da FAE Luana Cavicion e Maria do Desterro

“As falas me chamaram a atenção para situações que nós, mulheres, muitas vezes não costumamos enxergar. Então, a discussão de hoje foi bem importante para que tenhamos raciocínio crítico e reflexivo sobre o machismo e as violências sofridas pelas mulheres que estão perpetuadas em diversos ambientes”, contou Marcela Campiol, estudante de pós-graduação em psicoterapia infantil do Centro Universitário FAE.

Foi justamente com o objetivo de trazer uma reflexão sobre igualdade de gênero, violência e machismo que a ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná) e o Centro Universitário FAE promoveram ontem, dia 11 de março, a mesa-redonda “Mulheres e violências: debate interdisciplinar sobre instituições, violências simbólicas e caminhos para superação”. O evento foi realizado na FAE, em Curitiba.

“É fundamental fomentar a discussão de temas tão relevantes como estes, principalmente dentro das universidades e de outras instituições de ensino. A nossa proposta foi promover um debate para que os alunos pudessem entender mais sobre os direitos das mulheres e as violações que ocorrem nos mais variados ambientes”, explicou a presidente da ADEPAR, Ana Caroline Teixeira. 

A presidente da ADEPAR, Ana Caroline Teixeira

As palestras foram ministradas pela assistente social Mirna Carriel, pela psicóloga da DPE-PR (Defensoria Pública do Paraná) Marcela de Oliveira Ortolan e pela defensora pública do Paraná Patrícia Rodrigues Mendes. Participaram também do evento a psicóloga da DPE-PR Jéssica Paula da Silva Mendes e a coordenadora do curso de Psicologia da FAE, Joyce Pescarolo.

Em sua fala, Mirna apresentou índices e casos de violência contra a mulher. Ela também falou sobre a importância da conscientização dos mais jovens.

“No evento de hoje, contamos com a presença de graduandos de diversas áreas, como, por exemplo, psicologia, direito e filosofia, profissionais que podem vir a atuar com questões de violências, de média e alta complexidade, contra a mulher. Por isso, é de suma importância sensibilizarmos os estudantes para que quando atuem em suas profissões tenham mais embasamento”, explicou Mirna. 

A assistente social Mirna Carriel

Logo após, a psicóloga Marcela abordou algumas características do machismo que estão presentes em nossa sociedade. 

“O machismo que acontece no cotidiano até pouco tempo não tinha um nome específico. O que ocorre é que a mulher se sente mal por conta de uma situação, mas não consegue identificar ou nomear. Então, o objetivo foi mostrar que essas violações ocorrem e é possível nomeá-las e combatê-las”, esclareceu Marcela.

A psicóloga da DPE-PR Marcela de Oliveira Ortolan

Já a defensora pública Patrícia mediou o debate trazendo questões atuais sobre o perfil dos membros do Sistema de Justiça, disparidades sociais entre o Judiciário os jurisdicionados e problematizações a respeito da postura de profissionais que atuam com mulheres e crianças em situações de violência domésticas.

“A ideia foi ampliar o debate a respeito de vários assuntos que estão presentes no nosso dia a dia. Eu trouxe para a discussão exemplos da minha área de atuação e algumas posturas comuns com relação à mulher no ambiente de trabalho. Abordei também as formas de enfrentamento às violações de direitos das mulheres”, explicou Patrícia. 

Durante o evento, os alunos tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas com as palestrantes, contribuindo com a mesa-redonda. 

A defensora pública do Paraná Patrícia Rodrigues Mendes

Confira as fotos do evento!

As defensora públicas do Paraná Danielle Pereira dos Santos Maia e Camila Raite Barazal Teixeira, que atuam na cidade de Pato Branco, participaram ontem, dia 9 de março, de uma roda de conversa que discutiu os desafios da mulher nas carreiras jurídicas e policiais.

O evento foi realizado na faculdade Mater Dei e contou com a participação de representantes da polícia rodoviária federal e militar, uma juíza de direito, uma promotora, uma delegada, uma escrivã da polícia civil, uma bombeira, uma advogada, professoras e cerca de 300 alunos da instituição de ensino.

“Além de expormos a nossa trajetória pessoal, destacamos a relevância do trabalho desempenhado pela Defensoria Pública no que tange aos direitos da mulher. Também trouxemos o resultado de um estudo elaborado pelo Nudem (Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher) que mostra que a instituição é majoritariamente feminina, mas que ainda há muitos obstáculos a serem superados para que alcancemos a igualdade de gênero, sendo o debate e a exposição frequente do tema medidas extremamente importantes para esse fim”, contou Camila.

“No debate constatamos que mesmo as mulheres que ocupam cargos de notório prestígio na sociedade sofrem, diariamente, com o machismo, não somente dos usuários dos seus serviços, mas também dentro das instituições. Por isso, abrir esse espaço dentro de um ambiente tão importante que é o acadêmico para que as mulheres falem sobre essas situações é uma forma de inclusão, de reflexão e também de conscientização”, destacou Danielle.

Neste mês de março, as indicações culturais foram feitas pelo vice-presidente da ADEPAR (Associação das Defensoras Públicas e Defensores Públicos do Paraná), Dezidério Machado Lima, e pela defensora pública Anna Carolina Leão Duarte.

Série: Years and Years (2019)
Direção: Russell T Davies

A série se passa em Londres, na Inglaterra, e aborda como o cotidiano da família Lyons é afetado pela influência da tecnologia, da política e da economia. A trama também vivencia a jornada de uma celebridade, Vivianne Rook, para se tornar primeira-ministra do Reino Unido.

“Os acontecimentos futuros se baseiam em fatos e personagens da contemporaneidade: Donald Trump é reeleito e inicia uma terceira Guerra Mundial com a China, Angela Merkel morre, o sistema bancário quebra desaparecendo com o dinheiro de todos. Estabilidade é algo inexistente na nova ordem mundial. Na perspectiva da série, o mundo mudará muito rapidamente. Se você gosta de se preparar para o pior, veja Years and Years”, comenta Dezidério.

Livro: Vox
Autora: Christina Dalcher

O livro narra a história da ascensão de um governo machista que determina o modo de vida das mulheres. É decretado um número de 100 palavras por dia para cada mulher falar; todas são demitidas de seus empregos; escolas trocam seus manuais de educação por livros de supremacia do sexo masculino; grupos são formados nos bairros, escolas e igrejas para fiscalizar e punir quem descumprir a nova ordem dessa sociedade.

“O núcleo narrativo é de uma família de cinco pessoas, com dois filhos e uma filha, em que a genitora é uma neurocientista renomada, demitida no auge de sua carreira. Eis que o irmão do presidente desenvolve um distúrbio de linguagem, cuja única esperança é a pesquisa daquela mãe. Em sua volta ao trabalho, permeada por barganhas e romance, o verdadeiro interesse do governo na pesquisa mostra-se cada vez mais silenciador. A proximidade do nosso cenário político-social, com mudanças de mentalidade incutidas por um governo reacionário, tornam o livro atual e igualmente assustador”, destaca Anna.

Envie as suas sugestões de filmes e de livros para a nossa assessoria de imprensa, através do e-mail imprensa@adepar.com.br ou via Whatsapp (41) 9-9942-4648.